Foi no
ano de 1977, no Brasil, que, ao ser abduzido por uma nave, José Benedito Bogéa,
hoje com 77 anos, tornou-se conhecido mundialmente. Ele passou 36 horas em
poder de seres extraterrestres.
Completamente surdo
por causa de um acidente de avião, Bogéa manteve com esta autora uma estranha
conversa: as perguntas eram escritas em um caderno e ele as respondia numa
animada narrativa, contando num tom de voz elevado sua experiência com o que
descreve como “...seres muito
inteligentes, diante dos quais estamos apenas engatinhando”. Morador de
Pacas, um lugarejo há cerca de 5 km do município de Pinheiro, ele pretendia ir
a São Luís numa madrugada. Quando saiu de sua granja por volta de 1h da
madrugada, pondo-se a seguir a pé para a cidade, percebeu não muito distante de
sua casa a presença de um objeto que pensou ser um helicóptero.
A
estranha nave acompanhou Bogéa num vôo muito baixo quando, de repente, emitiu
uma luz muito forte que o assustou. O sitiante lembra-se apenas de ter gritado
e, imediatamente após isso, já estava dentro de uma nave com cerca de 40m de
comprimento e uma tripulação de aproximadamente 20 pessoas com aparência humana
e muito parecidos entre si. Tinham cabelos louros, olhos e pele claros, estavam na faixa etária
de 30 anos e vestiam roupas colantes escamadas. “Eles se comunicavam telepaticamente, mas eu
não entendia nada do que diziam. Me apontavam muitas coisas e me levaram a uma
cidade parecida com Brasília, mas lá não havia Sol ou calor, nem velhos e
negros. Fiquei impressionado com a beleza do lugar e cheguei a pensar que fosse
o céu”, contou. Ao despertar, quase dois dias depois, Bogéa encontrava-se em
São Luís, nas proximidades da Penitenciária de Pedrinhas, ainda com seu bilhete
de ônibus no bolso. Ele diz não ter passado por nenhum tipo de exame dentro da
nave, mas assegura ter bebido algo semelhante a um chá.
Depois de retornar à sua casa, o homem passou
um mês sem comer absolutamente nada e sem sentir nenhuma fraqueza. O problema
que tinha nos olhos foi completamente curado e a única seqüela deixada pela
experiência foi uma paralisia parcial nas pernas, além de muitas dores nas
costas. “Apesar disso, nunca me senti tão bem disposto quanto naquela época. Minha saúde melhorou bastante depois do contato”, assegurou o entusiasmado abduzido. Sua
história é tão impressionante que se tornou pública e notória, tanto que
ufólogos e repórteres de vários países estiveram em sua casa para pesquisar o
fato. Anos depois de seu seqüestro Bogéa sofreu um acidente que lhe provocou
paralisia nas pernas e nos olhos, que de tão enfermos o impossibilitaram de
desenvolver algumas atividade físicas. Apesar disso, com extraordinário bom
humor, assegura que “somos
apenas colônias dos extraterrestres. Deixar de acreditar neles é uma tremenda
burrice”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário